domingo, 25 de junho de 2017

O mundo visto de cima: 10 incríveis fotografias tiradas com drones

Insider Pro



Bali Barat National Park, Indonésia





San Francisco



Guntur, India



Merritt Island, EUA




Aquismón, México








Nova Iorque



Saint-Malo, França

sábado, 24 de junho de 2017

Dados sobre o terrorismo em solo europeu em 2016



What is Globalism?

Via Bilder 




Globalism is the dominant ideology of our times and it unites the Left and the Right. Globalism should not be confused with globalization. Globalists purposely encourage this confusion, but globalization is a factual account of the accelerating interactions of nations since the discovery of the New World and the creation of international markets, shipping, transit, and communications networks from the sixteenth through the nineteenth centuries. Globalism, on the other hand, is an ideology describing how our current elites, on both the Right and the Left, would like things to be politically.
Globalism is an ideology that advocates open borders, mass immigration, and the liquidation of (Western) national identities. It advocates, under the guise of diversity, the obliteration of “indigenous” European cultures and the creation of a generic culture dedicated to consumerism and universal human rights. Globalization is not an ideology but a factual state of affairs about the growth of communications and trade in the modern era.
Both the Leftist and the corporate Right establishment are globalists, and both portray globalism as if it were an inevitable fact intimately associated with the growth of trade and communications. But globalism, as Robert Locke points out, is a deliberate political choice, no more inevitable than the establishment of feminism, transsexualism, or Communism. Mass immigration is not inevitable. It could be stopped tomorrow.------more here https://www.counter-currents.com/2017/04/trump-the-globalist-convergence-of-the-left-and-right-against-nationalism/

A bit of Spain


Via: Hostelworld
Menorca



San Sebastian

sexta-feira, 23 de junho de 2017

"Jornalismo de causas"

 O Livro das imagens
O recente incêndio num prédio de Londres ofereceu-nos mais uma oportunidade para percebermos o carácter - ou a falta dele - no jornalismo actual.
Nesta altura, o balanço vai em 30 mortos e dezenas de desaparecidos, mas ainda não tinha sido feito o rescaldo já a informação circulava, certeira e objectiva: o número de vítimas só não era maior porque os residentes muçulmanos do edifício, despertos por causa do Ramadão, tinham dado o alerta. Repare-se, não se conhecia quantos mortos e feridos existiam, podiam ser 10 ou 100, mas esta certeza ninguém a tirava. Claro que ninguém referiu a possibilidade de o incêndio ter sido provocado por alguma acção dos tais madrugadores, aliás, as causas do sinistro parecem ter ficado para segundo plano, ocultas por tão notável descoberta.
Não é nada que estranhemos. O jornalismo, hoje, desmerece o nome que tem - se é que alguma vez o mereceu. Militância, sempre existiu. O défice de vergonha é que nunca foi tão grande. Veja-se o caso português. No tempo da monarquia havia imprensa republicana - mas sabia-se qual era ( O Século, por exemplo). No tempo da Primeira República havia imprensa monárquica e sabia-se qual era (O Correio da Manhã, por exemplo - não confundir com o actual). No tempo do Estado Novo existia imprensa opositora e sabia-se qual era (o Diário de Lisboa, por exemplo). Ou seja, havia posições assumidas claramente. Hoje existe militância travestida de independência. A comunicação social, na esmagadora maioria, segue uma agenda pró-islâmica, esquerdista, politicamente correcta, mas finge uma independência que não tem. Nós sabemos que é assim, eles sabem que nós sabemos, mas continuam como se nada fosse. O jornalismo hoje, como ontem, serve primariamente interesses - não o público. Simplesmente, antigamente afirmava-o de forma mais ou menos clara. Hoje, permanece submerso numa hipocrisia que só lhe fica mal.

"Uma invasão programada e consentida pelas elites europeias"

Alerta Digital


quinta-feira, 22 de junho de 2017

"Sobre tudo aquilo que o escroque Bergoglio (não) disse acerca do Islão"

Via Totalitarismo Universalista 

Um muito obrigado! ao Dr. No por nos ter trazido aqui este compêndio de intervenções deprimentes por parte do papa mais antiocidental de sempre:

«(...) Francisco I Bergolgio tem trabalhado de várias formas para separar os muçulmanos da violência, evitando sempre mencionar a palavra proibida: Islão. Conforme escreveu Sandro Magister, um dos jornalistas do catolicismo mais influentes de Itália: "Perante a ofensiva do Islão radica, a ideia de Francisco Bergoglio é que que devemos mitigar o conflito. (...)

O corpo diplomático do Vaticano tem muito cuidado para evitar as palavras "Islão" e "muçulmanos", negando de que existe um choque de civilizações. Quando, em Agosto de 2016, regressava do dia mundial da juventude, na Polónia, Francisco Bergolgio negou que o Isção fosse intrinsecamente violento, afirmando que em todas as religiões, incluindo o catolicismo, existe um potencial violento. Antes disso, Francisco Bergolgio tinha dito "há uma guerra mundial", mas negou que o Islão tivesse alguma relevância nela.

Em Maio de 2016, Francisco Bergolgio explicou que o "conceito de conquista" é fundamental para o Islão como religião, mas depressa acrescentou que alguns poderiam interpretar o Cristianismo, a religião que manda dar a outra face [ao inimigo], da mesma maneira. "O Islão verdadeiro e a leitura correcta do Alcorão opõem-se a todas as formas de violência, afirmara o papa em 2013. Um ano depois, Francisco Bergolgio declarou que "o islão é uma religião de paz, compatível com o respeito aos direitos humanos e com a coexistência pacífica". Acrescentou que são as maleitas da economia global -e não o Islão- que inspiram os terroristas. Há algumas semanas, o papa disse ainda que "aqueles que se dizem cristãos mas não querem receber refugiados, são uns hipócritas".»

Imigração: O exército de reserva do capitalismo



quarta-feira, 21 de junho de 2017

Nota breve sobre a manipulação da linguagem

O Livro das Imagens 


"Hamburguer" Vegan

"Passo os olhos pela televisão, está lá uma senhora a fazer "hamburgueres" vegetarianos. A novilíngua introduziu-se em todos os domínios da vida. A transformação da realidade efectua-se em todos os sentidos. Entendamo-nos: um hamburguer é, por definição, feito com carne. Quando se coloca alface, feijão ou seja qual for o vegetal dentro de dois bocados de pão estamos perante outra coisa qualquer, mas não um hamburguer. Do mesmo modo, a bifana leva carne, e mais nada. Idêntico é o caso do leite. Não existe essa coisa chamada "leite de soja" ou similar. Será uma bebida com o nome que se lhe queira dar, mas não a designação de leite.
Isto pode parecer um disparate sem valor, mas não é. É pela manipulação da linguagem que o marxismo cultural tem, também, dominado e transformado as sociedades ocidentais. Vemo-lo no caso da "interrupção voluntária da gravidez", da "morte digna" ou, no extremo, do "casamento" homossexual. Não existe tal coisa. O casamento envolve um homem e uma mulher. A união entre dois gueis pode tomar um nome próprio, mas não o de casamento. Uma mesa é uma mesa, mesmo que lhe chamemos cadeira. Um chapéu é um chapéu.
São coisas pequenas, aparentemente inócuas, mas é pelos pequenos passos que se começa a preparar as grandes alterações. Quando chamamos hamburguer a uma coisa que não o é apenas estamos a legitimar o abuso da linguagem e a alteração da ordem do mundo."

Tesourinhos das Autárquicas 2017 - Portugal no seu pior

A-24: De 4 em 4 anos temos disto. O Portugal saloio no seu pior. Fotografias retiradas do blogue Malomil































terça-feira, 20 de junho de 2017

Aviso urgente às polícias do mundo

Helena Matos

Desapareceram de Portugal, desligando os respectivos telemóveis, as seguintes pessoas:
 
Jerónimo de Sousa, há muito, muito tempo foi metalúrgico. Levou as últimas décadas a anunciar catástrofes na vida do povo. Agora que aconteceu uma, ele desapareceu. Teme-se que algum grupo o tenha sequestrado e embarcado para a Venezuela, onde poderá experimentar as maravilhas do socialismo. 
Catarina Martins, outrora palhaça agora membro informal do Governo. Costuma falar nas tvs de manhã, à tarde e à noite. Agora foge dos microfones. Dizem algumas fontes que está a preparar um número de funambulismo para recentrar o país nos assuntos que importam. 
Manas Mortágua, chegaram as duas e desapareceram as duas. Teme-se que no prolongamento de uma mania familiar andem a banhos, em zonas frescas e bem fornecidas de bancos. 
Heloísa dos Verdes, se encontrarem uma mulher que de dois em dois minutos diz num tom irreproduzível “Ó senhor primeiro-ministro!!!!!!! é ela. Não lhe digam nada. Deve estar em transe. Chamem o 112.

"Natureza, homem, obra, vida ou morte"


Pacheco Pereira
A primeira coisa a dizer é que há certas calamidades naturais que não têm controlo. De todo. Não gostamos de admitir isso, porque afecta a nossa noção de superioridade humana sobre a natureza, mas não é assim. De todo. Quem tenha assistido de perto, como já me aconteceu, a grandes fogos, como o do Chiado e a vários fogos florestais, sabe que há momentos em que nem com todos os meios do mundo, aéreos, pedestres, subterrâneos, seja o que for, se controla um incêndio, uma inundação, um tornado, um terramoto, um tsunami, uma erupção, um meteorito. Pode acontecer que, depois de muita destruição, seja possível de novo controlar a calamidade, mas pode haver dias, horas, meses, em que nada se pode fazer a não ser minimizar os efeitos e esperar que acabe.

Isto é a primeira coisa que deve ser dita, de forma geral e abstracta. Dito isto, há um segundo aspecto, aquele que é mais importante — é que qualquer calamidade natural (mesmo com origem artificial) desenvolve-se numa paisagem e numa ecologia que é quase toda construída pelos homens, moldada por actividades humanas, seja do domínio da agricultura, da indústria, da energia, do espaço habitável, das construções, etc. E aqui já as calamidades não são puramente naturais, mas sim ajudadas ou desajudadas pelo modo como manipulamos o espaço natural em que vivemos. (…) Dito de outra maneira, na maioria das calamidades (não todas) é a natureza artificial que conta, porque há muito que a natureza natural, perdoe-se o pleonasmo, já não existe. E se é obra humana, artificial, remete para uma cadeia de responsabilidades de todo o tipo. Umas são individuais, outras são colectivas, umas são privadas, outras estatais, e no seu conjunto é na hierarquia dessas responsabilidades que se pode encontrar irresponsabilidades e culpas. (…)

Por isso, estamos diante de um exemplo notável da impotência do poder político, que junta vários aspectos muito reveladores daquilo que é o nosso statu quo pantanoso em muitas matérias. Há lobbies poderosos na área dos incêndios, dos madeireiros às grandes empresas de celulose, aos bombeiros e toda a panóplia de negócios à volta do fogo, uma das áreas em que se conhecem casos concretos de corrupção, nepotismo e tráfico de influências. Não são segredo para ninguém. (…)

São processos inelutáveis? São. Mas pode-se partir daí para fazer mais, nem sequer novas leis, uma praga portuguesa, mas aplicar as leis que já existem e são flagrantemente ignoradas. Não resolve tudo, mas ajuda.»

"Eucaliptugal, o ecocídio da floresta nacional"

A-24: Publicado a 12 de Agosto de 2016 neste mesmo blogue, volto a republica-lo devido à triste actualidade nacional. Eucaliptos, uma praga que veio da Austrália

Engenheiro Zootécnico

Portugal tem a maior área de eucalipto plantado de toda a Europa

Portugal é hoje provavelmente o país com maior área de eucaliptal plantado em toda a Europa. Não falamos em termos relativos, mas em termos absolutos de área plantada. Portugal, o pequeno jardim à beira-mar plantado, tem a maior área de eucalipto plantado de todo o continente.

Em 2008 o território português era já o maior produtor mundial de Eucalyptus globulus, à frente de Espanha e da Austrália. A área de eucaliptal na altura era de mais de 700 mil hectares. Cresceu. Hoje oEucalyptus globulus atinge oficialmente os 812 mil hectares de área plantada no espaço florestal em Portugal. Em termos de área total de eucaliptos plantados, Portugal fica apenas atrás da Índia, do Brasil, da China e da Austrália.

- A área da Índia é 32 vezes a área de Portugal.

- A área da Austrália é 84 vezes a de Portugal.

- A área do Brasil é 92 vezes a de Portugal.
- A área da China é 104 vezes a de Portugal.

No entanto Portugal compete diretamente com estes países em termos de área plantada de eucalipto, com os seus modestos 91 mil 470 km², onde 8,8% são eucaliptos, 26% de toda a área florestal, recorde mundial.
Na Austrália, país de que são originários os eucaliptos, o Eucalyptus globulus é conhecido comoTasmanian Blue Gum (Árvore da Seiva Azul da Tasmânia), Southern Blue Gum (Árvore da Seiva Azul do Sul),Fever Tree (Árvore da Febre) e até mesmo Gasoline Tree (Árvore Gasolina). Os nomes comuns das árvores costumam ter forte ligação às suas características próprias. Algumas das características deste eucalipto promoveram a sua expansão por todo o mundo, ocupando hoje uma área estimada em 22 milhões de hectares. Este eucalipto é uma árvore de rotação curta e crescimento rápido, o que permite que seja utilizada com uma elevada produtividade e com rápido retorno nos investimentos, o que anda a par com a escolha da economia de curto prazo vigente nos dias de hoje.
Se o eucalipto for introduzido em territórios onde não exista falta de água, ao contrário do seu terreno natural, este crescimento será ainda mais rápido, com elevada voracidade de absorção de água e nutrientes dos solos. E é assim que em Portugal e Espanha temos boas condições para o eucalipto, razão pela qual os mais altos Eucalyptus globulus do mundo se encontram na Península Ibérica e não na Oceânia O eucalipto está perfeitamente adaptado a Portugal, o problema é que Portugal não está perfeitamente adaptado ao eucalipto. 

As árvores não podem nem devem avaliadas segundo as suas características próprias como se fossem boas ou más. As suas características derivam das condições naturais em que as mesmas evoluíram e dos fatores que levaram ao seu sucesso nesses mesmos ecossistemas. As condições nas quais este eucalipto evoluiu favoreceram uma série de características próprias excelentes para o seu desenvolvimento no sul da Austrália e na Tasmânia, que poderão não ser as mais adequadas à sua plantação por todo o mundo. 

O eucalipto é altamente inflamável, em particular a partir dos 6/7 anos de idade. As folhas do eucalipto libertam o agradável aroma que todos conhecemos, que se compõe de terpenos e de ácidos fenólicos, óleos e compostos que não só inibem o desenvolvimento de microrganismos nos solos das florestas de eucaliptos como também impedem o crescimento de ervas nestes solos, inibindo o desenvolvimento de raízes de sementes de outras espécies. Esta é uma característica importante para o desenvolvimento do eucalipto na Austrália, onde compete com outras espécies para a ocupação de poucos recursos, nomeadamente para absorção de água e minerais. Apesar de altamente inflamável, não é comum o eucalipto morrer em incêndios. A sua casca incendeia-se muito rapidamente, explode e emite projeções da sua casca incandescente até centenas de metros de distância. A elevada acumulação de biomassa das folhas no leito da plantação aumenta o material disponível para a combustão, de difícil decomposição pelos microrganismos.

Os solos das plantações deste eucalipto são altamente hidrofóbicos e os microrganismos têm dificuldade em digerir as folhas e a casca que caem da árvore, razão pela qual há pouca variabilidade de microrganismos presente nas plantações de eucalipto. Consequentemente há menos invertebrados nestas "florestas", menos cogumelos e menos ervas. A possibilidade de qualificar um eucaliptal como passível de integrar um sistema agro-silvo-pastoril ignora o facto de que tanto cabras como ovelhas ou vacas são incapazes de digerir as folhas de eucalipto.

A maior parte das espécies que come matéria vegetal estará portanto afastada das plantações de eucalipto, em todos os locais exceto aqueles em que existem eucaliptos há milhares de anos e onde as espécies como o koala conseguem de facto comer e digerir as folhas do eucalipto. Considerando a difícil habitação da maior parte das espécies num eucaliptal plantado fora do seu habitat, alguém lembrou-se um dia de lhe chamar a estas plantações de "desertos verdes".
Mitos, dirão os produtores deste eucalipto e da pasta branca de papel, apontando estudos que não confirmam nem desmentem uma série de pequenos aspetos passíveis de discussão. Apontarão problemas de gestão para justificar os impactos dos eucaliptos nos solos, os seus efeitos nos níveis de água, tentando negar as características responsáveis pelo sucesso económico do eucalipto: ele cresce rapidamente porque metaboliza rapidamente os nutrientes, absorve mais água e utiliza-a de forma mais eficiente para extrair dos solos a sua riqueza. Depois é cortado e leva essa riqueza consigo.
Não é um complot do eucalipto, é a forma como ele é utilizado. E as únicas formas de gestão do eucalipto que o compatibilizariam com um desenvolvimento harmonioso seriam a negação das características desta árvore que, sendo benéficas para o crescimento económico a curto prazo, são pelas mesmas características prejudiciais ao território, às características dos incêndios, ao esgotamento dos solos da água, à incompatibilidade com a biodiversidade local. E diploma algum em qualquer parte do mundo permitirá mudar a biologia por decreto administrativo.
Se considerarmos além disto que a previsão atual é de que a temperatura no país possa subir até 10ºC nos próximos 75 anos e que o mercado mundial do papel está em declínio, ficam perguntas: qual é o objetivo de tudo isto? Porquê um eucaliptugal, um portugalipto? Quem ganha com este ecocídio? E quando é que vamos deixar de vez de aceitar que espezinhem o nosso direito universal a um ambiente saudável? Quando já não houver?